Educação e cultura digital, foi o Componente Curricular do Curso de Pós-graduação em Docência na Educação Básica do Instituto Federal (Vacaria) que nos levou ao futuro sem sairmos do presente. Pensar sobre nossa prática docente em relação as novas tecnologias, nos motiva e nos decepciona, ao mesmo tempo.
Nos motiva para percebermos nosso papel como professores prontos para buscar as melhores formas de construir o conhecimento, usando todos os recursos possíveis para traduzir aos alunos, nativos digitais, os conceitos que são considerados fundamentais para seu desenvolvimento.
Nos decepciona, pois essa percepção da necessidade das novas tecnologias parece estar noutro mundo quando olhamos para a escola. Ainda existem muros sem buracos entre a educação e a tecnologia.
Iniciamos as reflexões com "A máquina da Criança" de Papert que coloca o dedo na ferida da escola, divide os professores em dois grupos: Yearners que buscam com incansáveis forças introduzir a tecnologia digital nas escolas e os Schoolers que admitem que é necessário mas não possível por infinitas justificativas.
Se temos como objetivo, proporcionar na escola momentos de aprendizagem, precisamos estar conectados com o mundo fora da escola, analisar nossas práticas através dos Modelos de Becker leva-nos a decidir que professor queremos ser, aquele que sabe tudo, aquele que não interfere ou aquele que auxilia o processo de aprendizagem do aluno de acordo com seus anseios, sem deixar de lado o que a escola tem de melhor para oferecer: o conhecimento.
As aulas e as leituras que fizemos abriram nossos olhos para que pudéssemos ver nosso aluno como Nativo Digital, esse sujeito que nasceu em um meio tecnológico onde o mundo da tela (ou de várias telas) rouba o espaço do mundo físico, uma pessoa capaz de estar fisicamente aqui e virtualmente onde a tecnologia digital pode o levar.
A leitura ubíqua do mundo não pode ser ignorada pela escola, a influência que as redes digitais exercem sobre seus usuários também precisa ser questionada na escola. Se a escola tem por finalidade formar cidadãos, precisamos considerar o cidadão como um todo e suas habilidades de ler o mundo vão além da alfabetização escolar.
Além das reflexões de textos e artigos apresentados por grupos ( o que pode nos dar conhecimento e economia de tempo) nós alunos do curso de pós, quebramos nossas barreiras de imigrantes digitais e experienciamos o uso da tecnologia como instrumento de aprendizagem, cruzadinhas, livro digital, mapas conceituais, uso do Drive, produção de apresentações, visita a repositórios e sites de jogos digitais educacionais, incorporação de arquivos e por fim, além das expectativas, CRIAMOS MATERIAL EDUCATIVO DIGITAL.
O trabalho de conclusão do componente curricular, arremessou-nos da zona de conforto para um salto de paraquedas, criar um instrumento pedagógico digital, foi para mim fascinante, poder reunir informações de forma interativa, que possibilita ao aluno aprender a distância, brincando ou explorando possibilidades visuais, torna a prática diferenciada.
O uso da Blogquest nas escolas auxilia o professor a estruturar a aula de acordo com a necessidade específica, sem que ocorram desvios do foco, uma vez que, o professor tem a autonomia de selecionar materiais de qualidade para a aula, através da blogquest o professor tem a possibilidade de nortear a construção do conhecimento, avaliar o aluno e principalmente usar a tecnologia de forma educacional.
Este componente curricular me trouxe a oportunidade de pensar a educação de outro modo. Agora espero superar a frustração de ainda não ter tecnologia suficiente para poder por em prática tudo isso.
Nos motiva para percebermos nosso papel como professores prontos para buscar as melhores formas de construir o conhecimento, usando todos os recursos possíveis para traduzir aos alunos, nativos digitais, os conceitos que são considerados fundamentais para seu desenvolvimento.
Nos decepciona, pois essa percepção da necessidade das novas tecnologias parece estar noutro mundo quando olhamos para a escola. Ainda existem muros sem buracos entre a educação e a tecnologia.
Iniciamos as reflexões com "A máquina da Criança" de Papert que coloca o dedo na ferida da escola, divide os professores em dois grupos: Yearners que buscam com incansáveis forças introduzir a tecnologia digital nas escolas e os Schoolers que admitem que é necessário mas não possível por infinitas justificativas.
Se temos como objetivo, proporcionar na escola momentos de aprendizagem, precisamos estar conectados com o mundo fora da escola, analisar nossas práticas através dos Modelos de Becker leva-nos a decidir que professor queremos ser, aquele que sabe tudo, aquele que não interfere ou aquele que auxilia o processo de aprendizagem do aluno de acordo com seus anseios, sem deixar de lado o que a escola tem de melhor para oferecer: o conhecimento.
As aulas e as leituras que fizemos abriram nossos olhos para que pudéssemos ver nosso aluno como Nativo Digital, esse sujeito que nasceu em um meio tecnológico onde o mundo da tela (ou de várias telas) rouba o espaço do mundo físico, uma pessoa capaz de estar fisicamente aqui e virtualmente onde a tecnologia digital pode o levar.
A leitura ubíqua do mundo não pode ser ignorada pela escola, a influência que as redes digitais exercem sobre seus usuários também precisa ser questionada na escola. Se a escola tem por finalidade formar cidadãos, precisamos considerar o cidadão como um todo e suas habilidades de ler o mundo vão além da alfabetização escolar.
Além das reflexões de textos e artigos apresentados por grupos ( o que pode nos dar conhecimento e economia de tempo) nós alunos do curso de pós, quebramos nossas barreiras de imigrantes digitais e experienciamos o uso da tecnologia como instrumento de aprendizagem, cruzadinhas, livro digital, mapas conceituais, uso do Drive, produção de apresentações, visita a repositórios e sites de jogos digitais educacionais, incorporação de arquivos e por fim, além das expectativas, CRIAMOS MATERIAL EDUCATIVO DIGITAL.
O trabalho de conclusão do componente curricular, arremessou-nos da zona de conforto para um salto de paraquedas, criar um instrumento pedagógico digital, foi para mim fascinante, poder reunir informações de forma interativa, que possibilita ao aluno aprender a distância, brincando ou explorando possibilidades visuais, torna a prática diferenciada.
O uso da Blogquest nas escolas auxilia o professor a estruturar a aula de acordo com a necessidade específica, sem que ocorram desvios do foco, uma vez que, o professor tem a autonomia de selecionar materiais de qualidade para a aula, através da blogquest o professor tem a possibilidade de nortear a construção do conhecimento, avaliar o aluno e principalmente usar a tecnologia de forma educacional.
Este componente curricular me trouxe a oportunidade de pensar a educação de outro modo. Agora espero superar a frustração de ainda não ter tecnologia suficiente para poder por em prática tudo isso.
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