Iniciamos este componente curricular com opiniões diferentes sobre o tema norteador – Estudo a Distância.
As ideias trazidas pelo autor Paulo Freire, mostram a preocupação com a educação autônoma desde antes das plataformas digitais. Incentivar o ser humano, enquanto aluno, a buscar sua autonomia em relação ao seu aprendizado é partir das experiências vividas pelo mesmo e instigar a busca do saber para suprir suas curiosidades e necessidades tornando-se coautor da construção do seu conhecimento.
No momento em que tivemos contato com as ideias dos autores Maia e Mattar com o texto “Novos papéis para o aluno” comecei a repensar minhas práticas em relação ao comprometimento que preciso ter com as atividades a distância. Na visão destes autores, e concordo com eles, o aluno passa a ser responsável pelo seu conhecimento, reafirmando Paulo Freire, nas plataformas de EaD, o aluno busca sua formação, ele precisa ler e interagir de fato, para mostrar que compreende o assunto estudado, o aluno é o pesquisador e norteador da aprendizagem. Com isso o professor também tem suas funções redefinidas, neste contexto o professor não é mais aquele que sabe antes e expõe as aulas para serem absorvidas pelo aluno.
A educação a distância nos traz a possibilidade de estudar em lugar e tempo distintos, cobrando nossa organização e nosso comprometimento com o curso de forma a evidenciar a participação em chats, grupos de estudo, plataformas de ensino com a ciência de que o conhecimento é construído como em uma sala de aula, com a colaboração e opinião dos outros.
Hoje, após as discussões sobre o tema, principalmente com os apontamentos trazidos pelas leituras de Palloff e Pratt sobre o aluno virtual, sabemos que o ensino a distância exige muito do aluno, se ele não é capaz de organizar-se com horários e compromissos, se não ter conhecimento mínimo de etiqueta para comunicação em ambiente educacional, certamente, não concluirá um curso de EaD.
As ideias trazidas pelo autor Paulo Freire, mostram a preocupação com a educação autônoma desde antes das plataformas digitais. Incentivar o ser humano, enquanto aluno, a buscar sua autonomia em relação ao seu aprendizado é partir das experiências vividas pelo mesmo e instigar a busca do saber para suprir suas curiosidades e necessidades tornando-se coautor da construção do seu conhecimento.
No momento em que tivemos contato com as ideias dos autores Maia e Mattar com o texto “Novos papéis para o aluno” comecei a repensar minhas práticas em relação ao comprometimento que preciso ter com as atividades a distância. Na visão destes autores, e concordo com eles, o aluno passa a ser responsável pelo seu conhecimento, reafirmando Paulo Freire, nas plataformas de EaD, o aluno busca sua formação, ele precisa ler e interagir de fato, para mostrar que compreende o assunto estudado, o aluno é o pesquisador e norteador da aprendizagem. Com isso o professor também tem suas funções redefinidas, neste contexto o professor não é mais aquele que sabe antes e expõe as aulas para serem absorvidas pelo aluno.
A educação a distância nos traz a possibilidade de estudar em lugar e tempo distintos, cobrando nossa organização e nosso comprometimento com o curso de forma a evidenciar a participação em chats, grupos de estudo, plataformas de ensino com a ciência de que o conhecimento é construído como em uma sala de aula, com a colaboração e opinião dos outros.
Hoje, após as discussões sobre o tema, principalmente com os apontamentos trazidos pelas leituras de Palloff e Pratt sobre o aluno virtual, sabemos que o ensino a distância exige muito do aluno, se ele não é capaz de organizar-se com horários e compromissos, se não ter conhecimento mínimo de etiqueta para comunicação em ambiente educacional, certamente, não concluirá um curso de EaD.
Concluo este componente curricular muito satisfeita, além das discussões sobre os textos e estudo virtual, tive a oportunidade de conhecer ferramentas que nunca tinha usado e que muito facilitam a organização pessoal como a agenda do Google, a comodidade de organizar ideias e fotos que o Blog proporciona e até mesmo lembrar de usar fontes seguras de pesquisa como Periódico Capes e Google acadêmico. Espero que os demais componentes curriculares nos tragam experiências construtivas como as que vivenciamos neste. Construímos conhecimento bem como nossos estudos nos fizeram refletir sobre nossas práticas como alunos e como professores.
